- Desconfie sempre de boletos enviados via e-mail, apps de mensagens ou
redes sociais;
- Ao escanear um boleto, verifique se o nome do favorecido é o mesmo da
instituição para a
O golpe do boleto falso, embora não seja novo, continua ocorrendo. Mas temos como prevenir e evitar esse problema.
O uso da tecnologia oferece uma série de vantagens, uma delas é a facilidade de pagar
contas sem sair de casa ou do escritório.
Por outro lado, existem pessoas mal-intencionadas sempre atentas, procurando falhas ou
descuidos, com o objetivo de praticarem fraudes.
Mas quando e onde os boletos são adulterados?
Abaixo alguns exemplos:
Os boletos podem ser adulterados na origem
No sistema do próprio emitente do boleto, sem que ele saiba, um vírus realiza a
adulteração dos dados do boleto, e o boleto acaba sendo enviado para o cliente já
adulterado.
Os boletos podem ser adulterados no destino
O devedor recebe um boleto autêntico, mas como o seu computador está infectado
por um programa ilícito (vírus), o boleto é adulterado.
Acesso a um link falso de emissão de boletos
Em compras no formato on-line, onde o cliente clica em um link para geração do
boleto, o direcionamento ocorre através de um link falso. Este link falso pode ser
gerado no computador do consumidor/cliente ou da própria loja, por causa de um
programa ilícito (vírus).
Por isso, compilamos algumas dicas de proteção citadas por especialistas no assunto:
desconfie sempre de boletos enviados via e-mail,
apps de mensagens ou redes sociais;
ao escanear um boleto, verifique se o nome do favorecido é
o mesmo da instituição para a qual se está pagando
o valor. Se o beneficiário for desconhecido, desconfie;
confira os três primeiros dígitos do boleto
para verificar se são o do código do banco para
o qual se está efetuando o pagamento.
Por exemplo, se seu boleto é para ser pago para o Itaú, cujo código é 341, e começa com 237
(que é do Banco Bradesco), esse boleto
é falso. Os códigos dos bancos podem
ser encontrados no site da Febraban;
mantenha o antivírus atualizado do
seu dispositivo, seja computador ou celular;
evite fazer transações bancárias
ou baixar boletos em wi-fi público;
prefira utilizar o leitor de código de barras
ao invés de digitar os números, já que
em muitos golpes o código de barras é
adulterado. Se um código de barras
não funcionar, desconfie;
verifique se os dados do boleto
e as informações do beneficiário
são os mesmos que aparecem
ao escanear o código de barras;
aderir ao Débito Direto Autorizado (DDA).
Ao se cadastrar, o cliente irá receber
a versão eletrônica de todos os
boletos emitidos em nome dele.
Como o serviço pega as informações
direto da plataforma de cobrança,
evita-se o risco de o documento ser
fraudado por um golpista se
fazendo passar por uma loja
ou empresa prestadora de serviço.
Assim, seja de forma preventiva, ou se a sua empresa está sendo vítima do
golpe do boleto falso, a sugestão é o envio de um comunicado alertando sobre
essa prática fraudulenta, com orientações sobre os procedimentos de validação
(como acima exemplificado), e informações sobre os canais de contato oficiais
da sua empresa, para esclarecimentos em caso de dúvida.
📞 (51) 3594-6999
📲 (51) 99366-8299 - Dr. Marcelo Baum
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